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INTERNACIONAL

13/03/2008

Artistas fazem campanha contra discriminação sexual nos EUA. O que você acha?

Dez artistas estão gravando um anúncio de um minuto em uma campanha contra as humilhações verbais de cunho sexual nas escolas norte-americanas. Eles tentam alertar crianças e jovens contra a discriminação e violência que alguns estudantes sofrem por sua orientação sexual.

A iniciativa surgiu após a morte de um adolescente homossexual baleado por demonstrar interesse por um colega de classe.

Você acha que, no Brasil, poderia existir uma campanha assim? Acredita que haja preconceito no país?

 Artistas gravam campanha contra discriminação de gays nas escolas dos EUA
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12/03/2008

Envolvido em escândalo, governador de Nova York renuncia. Comente

ReutersO governador de Nova York, Eliot Spitzer (d), 48, anunciou nesta quarta-feira (12) sua renúncia após a revelação de que ele era cliente de uma rede de prostituição de luxo.

Spitzer foi eleito governador de Nova York em novembro de 2006, depois de oito anos como procurador-geral do Estado. Bem visto entre os eleitores por sua cruzada contra o crime organizado, ele ganhou o apelido de Eliot Ness e foi eleito com cerca de 70% dos votos dos nova-iorquinos.

Após a demissão, que será efetivada na próxima segunda-feira, Spitzer será substituído até o fim de seu mandato, em 2010, por seu vice David Paterson, 53, que se tornará o primeiro governador cego e negro de Nova York.

Envolvido em escândalo de prostituição, governador de Nova York renuncia. Comente.

 Envolvido em escândalo de prostituição, governador de Nova York renuncia. Saiba quem é seu substituto
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10/03/2008

Brasil tem de fazer mais pela América do Sul?

Com metade do PIB do continente e uma extensão territorial que lhe garante fronteira com nove dos seus 11 vizinhos, o Brasil é visto na América do Sul como um potencial líder da região. Mas essa liderança brasileira, intencional ou não, é considerada apenas uma promessa.

"Acho que o Brasil tem o papel de grande integrador", diz o ministro do Exterior do Peru, José António Garcia Belaunde, que acrescenta: o país "poderia fazer mais (?) com mais iniciativa e, obviamente, mais investimento".

As palavras do ministro peruano sintetizam um sentimento generalizado identificado pela reportagem da BBC Brasil, que esteve nos outros 11 países da América do Sul para ouvir de políticos, empresários e cidadãos comuns o que eles pensam do seu gigante vizinho.

Há quem considere difícil o Brasil aumentar sua influência regional, mas é comum a opinião de que a maior potência sul-americana deveria fazer mais pelo continente.

E você, partilha da mesma opinião? O Brasil realmente está devendo mais em matéria de ações e iniciativas pela América do Sul?

 Para América do Sul, liderança brasileira ainda é promessa
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 Comente também: Iraque custa US$ 12 bilhões por mês; o que você acha?

Iraque custa US$ 12 bilhões por mês; o que você acha?

A violência tem diminuído no Iraque, mas o dinheiro gasto com a segurança do país só cresce, revela um novo estudo. Em 2008, a guerra chega a seu sexto ano com um custo de aproximadamente US$ 12 bilhões por mês, informam o prêmio Nobel de economia Joseph E. Stiglitz e Linda J. Bilmes em um livro.

Segundo o estudo, a taxa é o triplo da registrada nos primeiros anos da guerra. Após 2008, os autores de "The Three Trillion Dollar War" ("A Guerra de Três Trilhões de Dólares", em tradução livre), trabalhando com cenários moderados, prevêem gastos entre US$ 1,7 trilhão e US$ 2,7 trilhão com as guerras do Iraque e do Afeganistão.

O que você acha do valor gasto para supostamente cuidar da segurança do Iraque? Em sua opinião, quando e em que condições os conflitos na região irão terminar?

 Iraque custa US$ 12 bilhões por mês, diz estudo
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09/03/2008

Candidatos espanhóis querem impor mais obstáculos para imigrantes. Opine.

Entrada de estrangeiros na Espanha será combatida após as eleições legislativas deste domingo (9), garantem os candidatos.

Segundo reportagem (íntegra do texto exclusiva para assinantes do jornal e do UOL) do colunista Clóvis Rossi, na edição deste domingo da Folha de S.Paulo, se o candidato da oposição Mariano Rajoy ganhar, valerá uma frase que se tornou um dos "hits" da campanha, no quesito imigração: "No cabemos todos" (espanhóis e imigrantes).

Se o presidente do governo José Luis Rodríguez Zapatero for reeleito, na melhor das hipóteses a situação atual se manterá, cheia de obstáculos. Na pior, mais repatriações: "Sempre que tivermos ilegais, vamos repatriá-los", disse ao jornal "El País".

Candidatos ao governo espanhol prometem impor mais obstáculos para entrada de imigrantes do país. O que você acha?

 Com eleição na Espanha, brasileiros perdem
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