12/03/2008
Envolvido em escândalo, governador de Nova York renuncia. Comente
O governador de Nova York, Eliot Spitzer (d), 48, anunciou nesta quarta-feira (12) sua renúncia após a revelação de que ele era cliente de uma rede de prostituição de luxo.
Spitzer foi eleito governador de Nova York em novembro de 2006, depois de oito anos como procurador-geral do Estado. Bem visto entre os eleitores por sua cruzada contra o crime organizado, ele ganhou o apelido de Eliot Ness e foi eleito com cerca de 70% dos votos dos nova-iorquinos.
Após a demissão, que será efetivada na próxima segunda-feira, Spitzer será substituído até o fim de seu mandato, em 2010, por seu vice David Paterson, 53, que se tornará o primeiro governador cego e negro de Nova York.
Envolvido em escândalo de prostituição, governador de Nova York renuncia. Comente.
Envolvido em escândalo de prostituição, governador de Nova York renuncia. Saiba quem é seu substituto
Bate-papo UOL: questões internacionais
10/03/2008
Brasil tem de fazer mais pela América do Sul?
Com metade do PIB do continente e uma extensão territorial que lhe garante
fronteira com nove dos seus 11 vizinhos, o Brasil é visto na América do Sul como
um potencial líder da região. Mas essa liderança brasileira, intencional ou não,
é considerada apenas uma promessa.
"Acho que o Brasil tem o papel de
grande integrador", diz o ministro do Exterior do Peru, José António Garcia
Belaunde, que acrescenta: o país "poderia fazer mais (?) com mais iniciativa e,
obviamente, mais investimento".
As palavras do ministro peruano
sintetizam um sentimento generalizado identificado pela reportagem da BBC
Brasil, que esteve nos outros 11 países da América do Sul para ouvir de
políticos, empresários e cidadãos comuns o que eles pensam do seu gigante
vizinho.
Há quem considere difícil o Brasil aumentar sua influência
regional, mas é comum a opinião de que a maior potência sul-americana deveria
fazer mais pelo continente.
E você, partilha da mesma opinião? O Brasil
realmente está devendo mais em matéria de ações e iniciativas pela América do
Sul?
Para América do Sul, liderança brasileira ainda é
promessa
Bate-papo UOL: questões internacionais
Comente também: Iraque
custa US$ 12 bilhões por mês; o que você acha?
Iraque custa US$ 12 bilhões por mês; o que você acha?
A violência tem diminuído no Iraque, mas o dinheiro gasto com a segurança do
país só cresce, revela um novo estudo. Em 2008, a guerra chega a seu sexto ano
com um custo de aproximadamente US$ 12 bilhões por mês, informam o prêmio Nobel
de economia Joseph E. Stiglitz e Linda J. Bilmes em um livro.
Segundo o
estudo, a taxa é o triplo da registrada nos primeiros anos da guerra. Após 2008,
os autores de "The Three Trillion Dollar War" ("A Guerra de Três Trilhões de
Dólares", em tradução livre), trabalhando com cenários moderados, prevêem gastos
entre US$ 1,7 trilhão e US$ 2,7 trilhão com as guerras do Iraque e do
Afeganistão.
O que você acha do valor gasto para supostamente cuidar da
segurança do Iraque? Em sua opinião, quando e em que condições os conflitos na
região irão terminar?
Iraque custa
US$ 12 bilhões por mês, diz estudo
Bate-papo UOL: questões internacionais
09/03/2008
Candidatos espanhóis querem impor mais obstáculos para imigrantes. Opine.
Entrada de estrangeiros na Espanha será combatida após as eleições legislativas deste domingo (9), garantem os candidatos.
Segundo reportagem (íntegra do texto exclusiva para assinantes do jornal e do UOL) do colunista Clóvis Rossi, na edição deste domingo da Folha de S.Paulo, se o candidato da oposição Mariano Rajoy ganhar, valerá uma frase que se tornou um dos "hits" da campanha, no quesito imigração: "No cabemos todos" (espanhóis e imigrantes).
Se o presidente do governo José Luis Rodríguez Zapatero for reeleito, na melhor das hipóteses a situação atual se manterá, cheia de obstáculos. Na pior, mais repatriações: "Sempre que tivermos ilegais, vamos repatriá-los", disse ao jornal "El País".
Candidatos ao governo espanhol prometem impor mais obstáculos para entrada de imigrantes do país. O que você acha?
Com eleição na Espanha, brasileiros perdem
Bate-papo UOL: questões internacionais